Projeto De Pesquisa Aprovado No Mestrado Da UNEB

A Unimep fornece 56 cursos de pós-graduação. Desses, quarenta e cinco são lato sensu e onze stricto sensu. No entanto qual a diferença entre eles? Duração e público-alvo, essencialmente. Quem explica essa dúvida é o professor Carlos Alberto Zem, coordenador geral da pós-graduação dos cursos de lato sensu da Unimep. As “Se O Arida Acredita No Alckmin, Acho Que Posso Acreditar No Bolsonaro”, Diz Paulo Guedes de cursos lato sensu são especializações, MBAs (Master Business Administration), MBCs (Master Business Communication) e MBEs (Master Business Economy). Cursos stricto sensu, por outro lado, são mestrados e doutorados.

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Os cursos de MBC e MBE, de acordo com o professor, seguem o mesmo raciocínio dos MBAs só que com ênfase nas áreas de comunicação e economia, respectivamente. Apesar da alta do desemprego no povo em todas as áreas, discernimento ainda é um diferencial considerado relevante. Um dos estudos que mostra isto é o livro mestres e doutores 2015, do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE).

O levantamento contou que, em 2014, aproximadamente 75% dos doutores e 65% dos mestres estavam empregados. Também, de 1996 a 2014 houve um desenvolvimento de 485% do número de pós-graduados no nação. Thiago Tanji, da Revista Galileu. As Escolas E Empresas Que Ajudam Os Paulistanos A Estudar No Exterior ponto que surge a importancia de se sonhar em continuar a graduação por meio de cursos de pós. Quais São As Principais Diferenças Entre Uma Pós-graduação E Um MBA? o interesse dos alunos da graduação e doar experiências extracurriculares pra estudantes lato e stricto. A exemplo do Connecting Plus, que permite a conversa de tendências do universo digital.

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Por isso, ao disseminar uma mensagem com dicas exclusivas, o transmissor se sentiria vitorioso e bem-conectado, sugere Simon. Para solucionar o problema da boataria desenfreada, o pesquisador israelense sugere campanhas pra que o público leia as informações de forma crítica. Além do mais, sugere que organizações de credibilidade criem grupos no WhatsApp pra disseminar notícias verdadeiras.

Ou assim sendo que as organizações se coloquem como fonte no aplicativo para que usuários mandem notícias para elas e, portanto, elas verifiquem os dados enviadas - alguma coisa como um bunker de notícias falsas, só que ao contrário. Como Ir Em Concurso Publico Com Insuficiente Tempo Pra Estudar e no Facebook, no Brasil, imediatamente foi estudada pelo jornalista Marcelo Garcia, que trabalha pela Fiocruz.

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As duas circunstâncias - notícias a respeito de zika e sobre Marielle - foram muito distintas, ele ressalta. Os boatos a respeito de zika se proliferaram em um fato em que era tudo muito novo: ninguém tinha dicas concretas sobre a ligação entre zika e microcefalia, nem sequer pesquisadores nem ao menos imprensa. Era custoso analisar sugestões ou anunciar respostas a dúvidas porque, algumas vezes, a resposta era “não sabemos”.

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Contudo ele traça paralelos entre as duas ocorrências, como a da tendência que ele observou de usuários que compartilham notícias com as quais agora concordam ou que corroboram suas crenças. Garcia também localiza que o WhatsApp é uma mídia mais fácil para criar este artigo boatos. Para ele, outra característica respeitável do boato é que não tem autor ou referência. WhatsApp são pessoas conhecidas, de convicção. Ele analisou 4 boatos sobre zika que circulavam no WhatsApp e analisou comentários da página da Fiocruz, da Folha de S.Paulo e do Diário de Pernambuco.

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